Hiperconexão e circulação informacional no fazer das Relações Públicas.
Resumo
Este trabalho analisa o impacto da hiperconexão e da saturação informacional no exercício das Relações Públicas, fundamentando-se na teoria da Função Política — com ênfase no capítulo O ser e o fazer da atividade, de Roberto Porto Simões (1995) e a Crise da Narrativa — Da narração à informação de Byung-Chul Han (2023), investigando-se a pressão pela transparência e desempenho na sociedade que reconfiguram o papel do profissional. Conclui-se que a essência das RP exige hoje uma responsabilidade ética superior para resistir à distração do entretenimento e resgatar a profundidade do diálogo estratégico. Nesse cenário, o profissional responsável pela gestão comunicacional torna-se também “vítima” do fluxo contínuo de estímulos informacionais.Downloads
Publicado
2026-06-01 — Atualizado em 2026-05-30
Versões
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