Mobilização social: por um habitar-ocupar a fissura colonial

Autores

  • Ives Teixeira Souza

Palavras-chave:

Grupo de Pesquisa, GP 2: Discurso, identidade e relações de poder, Online, GP 2: Discurso, identidade e relações de poder

Resumo

O trabalho discute como a mobilização social está inserida nas relações temporais moderno-coloniais. Assim, há a compreensão de que a mobilização social pode atuar tanto pelo habitar a colonialidade (o reconhecer a condição da impossibilidade de sermos modernos) quanto pelo ocupar (gerar táticas para ocupar a fissura colonial). Para tanto, é analisada a dissertação “‘Imagina se’: elaboração de imaginários convocantes e mobilização de sentidos por líderes comunitários da Grande BH” (Vargens, 2023) e a tese “Quando o luto é luta, mobilização é ato criativo: experiências coletivas de jovens e mães em luta contra o genocídio da juventude negra” (Lima, 2023). Diante disso, são apresentados indícios da mobilização social como um processo de comunicação que recusa a proposta temporal da modernidade.

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Publicado

2026-06-02 — Atualizado em 2026-06-02

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