Interseccionalidade e comunicação organizacional: tensionamentos, limites e dinâmicas empresariais

Autores

  • Rudimar Baldissera
  • Bruno Garcia Vinhola
  • Diego Wander Montagner
  • Renata Karoline Kehl
  • Sérgio Gabriel Fajardo

Palavras-chave:

Grupo de Pesquisa, GP 2: Discurso, identidade e relações de poder, Presencial, GP 2: Discurso, identidade e relações de poder

Resumo

Neste trabalho, de caráter teórico-aplicado, refletimos, à luz da comunicação organizacional, sobre tensionamentos que a perspectiva interseccional produz na própria ideia de organização, especialmente as empresariais. A partir de resultados de pesquisas anteriores sobre comunicação organizacional e diversidades/diferenças, articulados a fundamentos teóricos da interseccionalidade, identificamos que essa perspectiva tende a ser apropriada de modo parcial e simplificado pelas organizações, frequentemente reduzida a classificações identitárias e capturada por lógicas gerenciais que esvaziam seu caráter crítico e político. Nesse contexto, a comunicação organizacional opera como processo que pode tanto neutralizar perturbações quanto potencializar transformações orientadas à justiça social.

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Publicado

2026-06-02 — Atualizado em 2026-06-02

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