RESISTÊNCIA À SECA DE ESPÉCIES ARBÓREAS AMAZÔNICAS EM UM PLANTIO DE ENRIQUECIMENTO FLORESTAL

RESISTÊNCIA À SECA DE ESPÉCIES ARBÓREAS AMAZÔNICAS EM UM PLANTIO DE ENRIQUECIMENTO FLORESTAL

Autores

  • Debora Coelho da Silva
  • Zilza Thayane Matos Guimarães
  • Diego Sotto Podadera
  • Marciel José Ferreira
  • Carmen Regina Marcati

DOI:

https://doi.org/10.55592/CFB.2022.6151720

Resumo

A maior frequência e intensidade de eventos extremos podem afetar o crescimento de espécies comerciais nativas. Afim de melhor compreender as respostas de espécies de interesse econômico frente as mudanças climáticas, realizamos uma investigação preliminar de resistência à seca em: B. excelsa, C. guianensis, C. fissilis, H. courbaril e T. rosea. Os indivíduos compõem um plantio em sistema de enriquecimento de florestas secundárias de cinco anos. A vulnerabilidade do xilema ao embolismo foi medida pelo método pneumático. As espécies apresentaram um gradiente de resistência do xilema ao embolismo. As diferenças interespecíficas observadas demonstram a diversidade funcional do plantio o que sugere maior resiliência à variabilidade climática.

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Publicado

2022-11-09

Como Citar

Coelho da Silva, D., Thayane Matos Guimarães, Z., Sotto Podadera, D., José Ferreira, M., & Regina Marcati, C. (2022). RESISTÊNCIA À SECA DE ESPÉCIES ARBÓREAS AMAZÔNICAS EM UM PLANTIO DE ENRIQUECIMENTO FLORESTAL. 9° ongresso lorestal rasileiro, 1(1), 347–350. https://doi.org/10.55592/CFB.2022.6151720

Edição

Seção

Trabalhos Científicos

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