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Marcas Empregadoras e Imaginários Organizacionais de Sedução: Algumas Aproximações
Resumo
Ancorado no pensamento complexo (Morin, 2011, 2015a, 2015b, 2019) e nas teorias
do imaginário (Castoriardis, 1982; Durand, 2012; Maffesoli, 2014, 2020; Machado,
2017, 2020, 2021) este ensaio teórico de natureza qualitativa busca analisar como
marcas empregadoras operam como tecnologias do imaginário organizacional,
mobilizando promessas simbólicas, desejos e contratos subjetivos que impactam
relações de trabalho. Argumentamos que, ao mobilizar afetos, sentidos e promessas
de reconhecimento, propósito e pertencimento, as marcas empregadoras
estabelecem contratos psicológicos implícitos que estruturam vínculos e expectativas.
Diante disso, revela-se a tensão constitutiva entre humanização discursiva e
instrumentalização prática.
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Publicado
2026-06-01
Versões
- 2026-05-30 (2)
- 2026-06-01 (1)