TRANÇANDO A ESCUTA E O INVISÍVEL NA RELAÇÃO: uma proposta metodológica para uma comunicação emancipadora

Autores

  • Sarah Fontenelle Santos
  • Maria Gislene Carvalho Fonseca
  • Seane Alves Melo

Palavras-chave:

Jornalismo insurgente. Escuta. Confluência

Resumo

Este trabalho tem por objetivo delinear o processo metodológico da escuta como organicidade no processo de elaboração de uma comunicação e de um jornalismo insurgente, de mobilização e de complementaridade ao território. Analisamos duas reportagens publicadas na Agência Pública sobre violência contra mulheres indígenas no Maranhão, realizadas em parceria com o Laborejo - Projeto de Extensão da UFMA. Como processo metodológico apostamos na mandala proposta por Santos (2023) que apresenta uma circularidade confluente entre quatro dimensões comunicativas para realizar processos comunicacionais em território: mobilização, informação, auto-organização e educação popular. O artigo apresenta a riqueza do processo de elaboração da reportagem que levou em conta não somente o levantamento de informações, mas proporcionou vivências e trocas no território para refletir sobre a violência contra as mulheres e seus vários atravessamentos.

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Publicado

2026-06-08